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Jovem de 26 anos envolvido em chacina no Crato é condenado a 80 anos de prisão

Lucas Nascimento Cardoso é conhecido por “Paulista” ou “Capetinha” e foi preso em Juazeiro no dia da chacina motivada pela disputa territorial entre facções criminosas.

Jovem de 26 anos envolvido em chacina no Crato é condenado a 80 anos de prisão
Jovem de 26 anos envolvido em chacina no Crato é condenado a 80 anos de prisão (Foto: Reprodução)

Um jovem de 25 anos acusado de integrar facção criminosa e participar de chacina em Crato na qual três pessoas foram mortas, foi condenado a 80 anos de prisão por triplo homicídio no Crato. Lucas Nascimento Cardoso é conhecido por “Paulista” ou “Capetinha” e foi preso em Juazeiro no dia da chacina motivada pela disputa territorial entre facções criminosas. Inclusive, em agosto de 2024, ele chegou a fugir do presídio de Itaitinga, mas logo foi recapturado.


Os crimes, pelos quais “Paulista” foi julgado, aconteceram na madrugada do dia 19 de janeiro de 2023 numa casa no Conjunto Madre Feitosa no bairro São José em Crato. No imóvel, foram mortos a tiros Aurélia Priscila Ferreira dos Santos, de 32, o filho dela Clécio Ferreira Matos Filho, de 14, e Ricardo Wagner Domingos dos Santos, de 18 anos. No dia do triplo homicídio, já tinham sido presos, além de “Paulista”, Hyslan da Silva Vieira, então com 18, o “R15”; e Arylan Delfino da Silva, de 21, o “Borracha”. Estavam numa chácara alugada no bairro Pedrinhas em Juazeiro.


Outro preso semanas depois e, também investigado, foi Cícero Rayan Bastos de Morais, de 21 anos, o “Maldito” ou “Zangado”, residente no bairro Vila Alta em Crato, mas localizado no bairro São José em Juazeiro. “Paulista” foi sentenciado por três homicídios qualificados e porte ilegal de arma de fogo o que ocorreu ao ser preso. De acordo com os autos do processo, a ação foi premeditada, pois o acusado alugou uma chácara em Juazeiro que serviu de base para refúgio e a comemoração.


A chacina foi praticada por sete pessoas em três motocicletas, com filmagem da execução. Eles estavam encapuzados e armados quando arrombaram a porta da casa e foram direto ao quarto passando a atirar para, depois, fugirem nas motos. Na cama, morreram Aurélia e o seu filho e, numa rede, foi assassinado Ricardo Wagner, que residia na Rua 7 de Setembro (Pinto Madeira). Aurélia deixou outros quatro filhos menores de um segundo relacionamento, mas estes já moravam com o pai.






Demontier Tenório

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